Obras da Estação Hidroviária do Estado começam este mês
Dario Pedrosa   
21-Aug-2008

A governadora Ana Júlia Carepa assinou, nesta terça-feira 19, a ordem para o início imediato das obras da primeira etapa da Estação Hidroviária Metropolitana, que será construída no antigo estaleiro da Enasa, na rodovia Arthur Bernardes, em Belém. As obras ficarão sob a responsabilidade da empresa cearense PWE Engenharia, com experiência no mercado local, representada, no ato, pelo sócio diretor Paulo César Evangelista.

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Ana Júlia e Valdir Ganzer assinam Ordem de Serviço

A primeira etapa está orçada em R$ 6,3 milhões e deverá ser concluída em até 240 dias. Também participou da assinatura do documento o Secretário de Estado de Transportes, Valdir Ganzer.

A Estação terá o funcionamento semelhante ao de um aeroporto e oferecerá serviços de qualidade aos usuários de embarcações de médio e grande porte que atendem diversas regiões do Pará, tais como a ilha do Marajó e os regiões do Amapá e do Amazonas.

Ocupando uma área de seis hectares, a Estação foi projetada para o transporte misto, com terminais distintos de passageiros e cargas, e um píer suficiente para o acostamento de três embarcações simultaneamente.

Conforto e qualidade no atendimento dos passageiros são objetivos da obra. A estação terá edificações adaptadas para atender portadores de necessidades especiais e idosos, com salões de embarque e desembarque refrigerados com 400 assentos, escadas e esteiras rolantes, lanchonetes, restaurantes, revistaria, livraria, casa lotérica, cafeteria, serviços turísticos, loja de souvenirs, banco 24 Horas e juizado de menores.

“Quando assino uma ordem de serviço, eu exercito a formação de arquiteta e sou fiscal”, disse a governadora. “Quero que esta seja o início da primeira de muitas obras que gostaríamos de fazer no Pará”, acrescentou Evangelista.

Ele comentou ainda que a PWE Engenharia é prestadora de serviços para a Universidade Federal do Pará (UFPA), Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (Fadesp) e Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa). O projeto da Estação foi concebido pelas diretorias de Transporte Terrestre e de Transporte Hidroviário, da Setran.

Comentários
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Antonio silva   |22/08/08
Duvido muito, que esta Obra saia do papel, pois durante (quase) este dois anos de mandato, este município de Soure, recebeu como benefício do Estado do Pará, só promessas, e como resposta aos nossos inúmeros anseios, a nossa Governadora determinou que o nosso caminhão basculante fosse repassado ao Município de Cachoeira do Arari, e para piorar mais ainda a nossa situação, nesta segunda feira a Secretaria de Saúde do Estado do Pará, tentou retirar a única ambulânica prestadora do serviço no município, e se não fosse a intervenção do Ministério Público através de seu Promotor, estávamos desculpe a palavra "FERRADOS".

acredite se quiser!
MARCOS VINICIOS MARTINS UPTON   |21/08/08
TOMARÁ QUE ESTE TERMINAL NÃO SEJA SOMENTE UM SONHO PARA TODOS QUE GOSTAM DO MARAJÓ , PRINCIPALMENTE DE SOURE, QUE ELE VIRE LOGO UMA REALIDADE.
Reinaldo Nada Bobo   |21/08/08
Que legal, isso é muito importante para o desenvolvimento do turismo no Marajó. Fico feliz com a determinação do início das obras, mas ó:

Tem que fiscalizar a realização da obra. Vou contar uma experiência.

Há tempos atrás havia uma empreiteira asfaltando a estrada que vai para Algodoal. Eu passava semanalmente por uma buraqueira horrível e via aquele monte de máquina "trabalhando".

Achei curioso que após OITO MESES de obra, não tinham sido asfaltados nem dois quilômetros de estrada.

Enviei um e-mail para o Governo do Estado questionando a demora. Recebi uma resposta do, na época, Senador Duciomar Costa informando que verificaria o caso. Acreditem: um mês depois a obra estava concluída (faltavam 14 dos 16 quilômetos sem asfalto).

Hoje sei que o culpado pela demora se chama ADITIVO. A empresa contratada para fazer a obra enrola, enrola, e diz que precisa de mais dinheiro pra continuar, aí o parlamentar (deputado, vereador) aprova o ADITIVO (mais dinheiro pra obra), aí a empresa enrola de novo e pede novo aditivo.

Se a empresa concluir a obra, seca a fonte! A única solução pra isso é fiscalizarmos. Se demorar demais, vamos mandar um email pra Governadora Ana Júlia, se não resolver, mandamos pra jornalistas, Rede Globo, geral.

Sucesso ao povo do Marajó!
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