| FUTSAL e Tênis de Mesa agitam o final de semana em Soure |
| Dario Pedrosa | ||||||
| 27-Apr-2008 | ||||||
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Dois eventos esportivos estaduais movimentaram a cidade no ultimo final de semana(26 de abril) quando Soure recebeu a visita de dois Presidentes de Federações Esportivas. Para os amantes do ping-pong ou tênis de mesa foi realizada uma oficina que contou com a participação de mais de trinta pessoas, na maioria simpatizantes deste esporte que buscavam uma integração maior com os demais apreciadores do tênis de mesa na cidade. Daniel Nazaré, Presidente da Federação de Tênis de Mesa do Pará, veio a Soure trazendo consigo três mesa tenistas paraenses de destaque no cenário nacional para realizar demonstrações aos sourenses e melhor ilustrar a palestra/oficina sobre este esporte. Um torneio foi realizado envolvendo competidores de outros municípios do Marajó que vieram a Soure no período especificamente para participar do evento que marcou a instalação da Escolinha de Tênis de Mesa Cláudio Cano. O evento teve a realização do mesa-tenista e escritor Marcio Viteli, idealizador do projeto da escolinha e principal incentivador deste esporte no município no momento, contando com o apoio da Prefeitura do Município através da Gerência de Esportes coordenada pelo Senhor Dinamérico Cruz, conhecido como Fio. Paulo José, Presidente da Federação Paraense de Futsal, foi outro que esteve em visita a pérola do Marajó. Ele veio acompanhar uma das partidas do Campeonato Paraense de Futsal que ocorreu na noite de sábado, no Ginásio do centro Comunitário Abel Nunes de Figueiredo, no centro da cidade. A equipe sourense Soure/Eletrovaz recebeu a equipe do Comercial de Augusto Correa e aplicou-lhe um placar de 7 a 3 numa partida recheada de belas jogadas de ambas as equipes. O público foi considerado pequeno pela imprensa presente no ginásio, mas acredita-se ainda ser reflexo da última campanha feita no estadual por outra equipe representando Soure, no ano passado. Mas, segundo críticos com o resultado alcançado neste jogo pelo Soure/Eletrovaz, espera-se um aumento considerável de torcedores para as próximas partidas. Mesmo assim o público foi suficiente para empurrar a equipe sourense para a vitória com tranqüilidade diante da atordoada equipe de Augusto Correa que, mesmo com jogadores de porte físico superior aos sourenses, mais experiência e até mesmo mais aplicados tecnicamente não conseguiram superar a garra e a agilidade dos pequenos jogadores do Soure/Eletrovaz, que demonstraram entrosamento, esquema tático definido e bem aplicado e contavam ainda com a facilidade de um jogo em casa, na quadra que treinam diariamente. Paulo José acompanhou todos os lances da partida ao lado dos professores Luiz Alberto e Dário Pedrosa, ambos militantes do futsal em Salvaterra, e gozadores da amizade do presidente de longas datas. O Presidente da Fefuspa ficou feliz com o nível disciplinar dos jogadores de ambas as equipes, tanto que fez questão de ressaltar a imprensa a ausência de tiros livres e poucas faltas durante toda a partida. No intervalo que foi até Dinamérico Cruz(Fio) Gerente de Esportes da Prefeitura de Soure e Presidente da Liga Esportiva local para parabeniza-lo e agradecê-lo pelo apoio que a Prefeitura do Município tem desprendido ao esporte da bolinha pesada, mas não deixou de ressaltar a necessidade de uma melhoria no sistema de iluminação do Ginásio Municipal, segundo ele a luminosidade é muito baixa, sendo insuficiente para a garantia de uma boa partida e podendo até mesmo influenciar nos resultados, uma vez que as equipes visitantes não estão habituadas a jogar com luminosidade tão baixa, chegando a ficarem atrapalhadas, principalmente o goleiro. Dinamérico disse que os novos refletores já foram adquiridos e estão no depósito do Ginásio aguardando uma suspensão nas atividades para a efetivação dos trabalhos.
Ao final do jogo Paulo José foi cumprimentar cada um atleta das duas equipes e falou a imprensa sobre a importância do interior do estado no campeonato. Este ano são 18 clubes participantes e destes menos da metade é da capital, uma prova, segundo ele, que o interior ocupou definitivamente o campeonato que, agora sim passou a ser paraense, pois antes era considerado um campeonato metropolitano por somente congregar equipes localizadas na área da Grande Belém. Diz-se muito feliz e satisfeito com o que vem acontecendo atualmente, por ter ele nascido no interior e reconhecer no interior do estado um grande celeiro de valores para o esporte, ainda pouco explorado. Fez questão de ressaltar que a campanha contrária a interiorização do campeonato, deflagrada por equipes consideradas maiores como Remo e Paysandu, é algo a se lamentar e mais ainda a ausência do Paysandu no certame deste ano, o que, sem sombra de dúvida tira um pouco o brilho da competição, compensado pela força e determinação das torcidas do interior, mas todo torcedor queria ver em sua cidade, sua equipe enfrentando um Remo, um Paysandu, uma Shouse ou a Smac, equipes reconhecidas em todo o estado pelos resultados já alcançados em competições passadas e amplamente divulgadas pela mídia esportiva.
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